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18 outubro 2006

Preocupações

Noutro dia, ao inquirir um grupo de caloiros acerca de expressões de homem, o máximo que conseguiram descortinar foi "Ó mulher, põe a mesa". E piora: ao pedir às fêmeas presentes expressões d'homem de mulher surgiu, para certo espanto do leitor, "Tu também trabalhas!" (mesmo depois de eu ter exemplificado o clássico "O blá, tásolhare?? Tenho o puito na testá??", acompanhado do gesto associado). Dói cá dentro.

Tal heresia inspirou-me para escrever uma historinha, que reza o seguinte:

Era uma vez um tempo em que, quando a canalhada se armava ao pingarelho em frente ao Sr. Professor, este lhe enfiava semelhante reguada pelas costas abaixo que o fedelho nunca mais o esquecia. E em aparecendo em casa com a marca resultante, severo era o agravamento das chagas pois os pais, cientes que a miudagem precisa é de ser ensinada, prontamente o admoestariam a dobrar. FIM.


Gostaram? Bons tempos, em que quando se respodia torto era logo um "Que tás aí a espingardar?" seguido de um par de chapadas de mão cheia. Infelizmente, esses tempos não passam hoje de histórias da carochinha. Agora, a chavalada faz o que lhes dá na telha e passa impune. E depois é o que se vê, acabou a cultura d'homem.

Gosto de quando culpam os jogos de computador pela violência registada na juventude. No tempo do meu avô, tinha-se 10 anos e já se andava a degolar pito vivo. Degolar, porque esfolar e cozinhar, tá quieto ó Tone, as catraias que façam.

Hoje, não se deixa cantar o «Atirei o pau ao gato» (que clássico!) porque é considerado um poema de elevada carga psicológica, não se come peixe porque tem espinhas e o menino pode cortar o ceuzinho da boca (já que se anda a criar larilolés, que se lhes faça a boca suave para felácio sem sobressaltos), e não se pode esmerdar a miudagem sem haver um processo-crime contra o bem-intencionado santo que só queria era dar educação.

Ora, tanto quanto sei, no tempo do meu avô não andava fedelhada a atirar cadeiras aos professores nas aulas. Nota-se um padrão. Aos leitores do D'Homem, deixo um manifesto: não é tarde demais, se é que me estão a entender. É tudo para o bem da criança.

Ressabianços: 4

Anonymous fiães
(18 outubro, 2006 22:54)

É isso mesmo, mt bem.
Melhor só se se conseguisse fazer com q a criançada se auto-infligisse..
Tipo a caloirada, na autocontagem..

 
Blogger Maria Cachucha
(19 outubro, 2006 10:56)

WHITNEY HOUSTON LYRICS

"Greatest Love Of All"

I believe the children are our future
Teach them well and let them lead the way
Show them all the beauty they possess inside
Give them a sense of pride to make it easier
Let the children's laughter remind us how we used to be
Everybody searching for a hero
People need someone to look up to
I never found anyone to fulfill my needs
A lonely place to be
So I learned to depend on me

[Chorus:]
I decided long ago, never to walk in anyone's shadows
If I fail, if I succeed
At least I live as I believe
No matter what they take from me
They can't take away my dignity
Because the greatest love of all
Is happening to me
I found the greatest love of all
Inside of me
The greatest love of all
Is easy to achieve
Learning to love yourself
It is the greatest love of all

I believe the children are our future
Teach them well and let them lead the way
Show them all the beauty they possess inside
Give them a sense of pride to make it easier
Let the children's laughter remind us how we used to be

[Chorus]

And if by chance, that special place
That you've been dreaming of
Leads you to a lonely place
Find your strength in love.

:)

 
Blogger José Nuno Ferreira
(19 outubro, 2006 21:41)

muito menos, sodona maria.

amen, ginjas san.

 
Blogger mariana
(25 novembro, 2006 22:43)

"degolar pito vivo" é uma expressão que não me sai da cabeça...
um bem haja a este blog, que vejo agora que voltou ao activo!!!

 

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