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06 setembro 2005

Festas de Concelho 2

Nos primeiros dias de Agosto ausentei-me deste tirano blog, numa missiva importante. Trabalho de investigação in loco. Fui ao terreno analisar a máscula cultura lusa, em especial de certo concelho do Ribatejo. Em Tomar bastaram-me poucos dias para testemunhar um épico numero de hábitos d'Homem. A Festa da Cerveja e as festas de uma aldeia do concelho.



A Festa da Cerveja era publicitada por cópias deste harmónico cartaz:


(reparem no patrocínio Abelha - Ferragens e Ferramentas)

Havia farturas, cerveja. Pão com chouriço, cerveja. Frango e batata frita, cerveja. Jogo do Rato, cerveja. Música ao vivo, cerveja. Estrado para o bailarico, cerveja. Mesas e bancos de madeira para jantar e beber cerveja.
A cerveja é bebida numa caneca de louça, a caneca do festival de cada ano.

Dois músicos levavam inúmeros casais a dançar no seu jeito sublime, com músicas de Quim Barreiros e derivados.
Muito macho. E do mesmo calibre colhão foi ter vindo um velhote cigano de farto bigode, no seu estado eu-não-estou-bêbado-eu-vivo-bêbado falar connosco. Ou então quando, de passagem pelo recinto me cheira a suor, mas de um suor produzido por um batalhão do exército. Porém o batalhão do exército era apenas um único macho que aromatizava fartamente toda a sua periferia.
Testosterona em qualquer local para onde olhasse.

Numa zona menos povoada, pontuada pelo cheiro a óleo-com-dois-meses das farturas e fumo do pão com chouriço, estava o incontornável e famigerado Jogo do Rato. O speaker do jogo anunciava: «A rata vai andar! Só faltam duas cartas! Olha a ratinha molhadinha! Só faltam duas!».
O perímetro do jogo estava muitíssimo cheio de machos. Não joguei, mas se jogasse pedia expressamente para comprar o Valete de Copas. Enquanto lá estive, a «rata» fez com que ele fosse duas vezes premiado. Jogo viciado, parece-me.



Às festas da aldeia da Pedreira fui apenas uma tarde. Céus. Apesar de ser um recinto menos megalómano, valeu a pena. Era situado ao lado do «campo da bola», um pelado. Havia apenas uma barraca de farturas, chamada - atentem - A PINA. E havia igualmente a quermesse: Rifas a 50c, mas não saía sempre.
Alguns machos estavam sentados às mesas. De camisa aberta, peito florestal, e uma Super Bock gelada na mão.

Pairava pelo ar um cheiro a churrasco. E lá encontrei a origem. Certo macho grelhava grande quantidade de febras. Mas grelhava como Deus manda. Meio bidão ferrugento em cima de um cavalete. Que macho. Isto na mesma altura em que era contactado por outro dos pedagogos do blog, que me dizia: «Estou a fazer um churrasco e a pôr a carne com as mãos. Que D'Homem.» Nós levamos isto muito a peito (peludo, está claro).

Assisti à actuação do Rancho Folclórico. E posso destacar uma das danças. A verdadeira tradição dançante dos machos. Chama-se o Fado de Taberna (nome másculo). As mulheres ficam de fora e os homens formam um círculo, voltados para o centro. Um deles toma a iniciativa e fica no centro. Sempre ao som da música e em jeito jovial, no passo típico do folclore, o macho do centro desafia outro para um confronto. Esse aproxima-se do centro, e então um acontecimento que deve ser Património Mundial do Colhão. Os dois homens empurram-se um ao outro com três violentos embates com o peito. O que "perder", isto é, recuar mais, fica no centro e iniciará outro confronto. A música tem um extra: o som dos machos saltitantes a embater com os pés no estrado. Que D'Homem.



Este pomposo concelho denso em tradição tem mais pontos de interesse, como A Cervejaria do Fernando e a Casa das Ratas. Falarei disso quando for oportuno.

Aprendam, gays de discotecas e alarilados surfistas.

Ressabianços: 1

Anonymous Deco10
(07 setembro, 2005 05:26)

lolololololol
mto bem

 

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